Inspirados pela Constelação de Órion
A Constelação de ÓRION é uma das mais proeminentes e reconhecíveis constelações no céu noturno, visível em ambos os hemisférios. Caracterizada pelo famoso CINTURÃO DE ÓRION, a constelação destaca-se por estrelas brilhantes como BETELGEUSE e RIGEL.
ÓRION desempenhou um papel importante para as civilizações antigas. Sua posição no céu ao longo do ano era um prenúncio das mudanças climáticas que estavam por vir.
Conforme observações feitas por civilizações do hemisfério norte, quando ÓRION nascia ao amanhecer era um sinal de que o verão havia chegado. Seu nascimento no início da noite anunciava o inverno, à meia-noite indicava que era época da colheita de uvas.
Para o hemisfério sul vale o contrário. No meio de dezembro ÓRION estará nascendo no leste após o crepúsculo. O que isso pode nos indicar? Isso mesmo! Preparem-se para o verão!
A supergigante RIGEL (β Ori, β Orionis ou Beta Orionis), é a estrela mais brilhante da Constelação de ÓRION e a sétima mais brilhante do céu noturno. RIGEL é a tocha azul-safira que queima ferozmente fornecendo uma luminosidade equivalente a 85.000 sóis. Ela é um diamante de 12.000°C que desafia a escuridão da noite, um farol azul iluminando a imensidão e orientando navegadores há séculos. Não é apenas brilho, é intensidade!
Inspirado nas características deste astro supergigante, a designação Beta Orionis dá o nome de batismo à BETA ÓRION Engenharia de Automação. A empresa nasce sob a mesma resplandescência: ser o ponto de referência técnica num universo industrial em constante movimento. Combinamos a visão estratégica do ‘caçador’ com a precisão da engenharia moderna para transformar processos em resultados brilhantes.
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Órion, o Caçador!
Conta-nos a mitologia grega que ÓRION era um gigante caçador, filho de POSEIDON (o deus grego do mar). ÁRTEMIS (a deusa da caça, da lua e da natureza), era apaixonada por ÓRION. Eles se tornaram companheiros próximos de caça, e essa proximidade abalou o voto de castidade de ÁRTEMIS. O irmão gêmeo de ÁRTEMIS, APOLO, que era superprotetor e ciumento, desaprovava fortemente essa relação.
Certo dia, APOLO vendo que ÓRION caminhava por dentro das águas rasas do mar, apenas com a cabeça fora d’água, desafiou sua irmã a acertar o alvo que distante se movia. Impecável em sua pontaria, ela atingiu em cheio seu amado, cujo corpo já moribundo foi conduzido à praia pelas ondas do mar.
Percebendo a fatalidade que havia cometido, ÁRTEMIS, em meio às lágrimas, colocou ÓRION entre as estrelas. E desde então lá está o gigante, trajado com um CINTURÃO, uma pele de leão, armado de uma espada e uma clava, acompanhado por SÍRIUS, seu cão, e com as PLÊIADES fugindo do caçador.
